Não importa se o Brasil está ou não em uma chave mais forte ou mais fraca. Como disse o Carlos Alberto Torres no video abaixo, o que vale mesmo é se a seleção está devidamente preparada para enfrentar a guerra que é a Copa do Mundo de Futebol.
Em tempo:
Estamos chegando ao momento da abertura da COP15
5 de dezembro de 2009
4 de dezembro de 2009
Take Me Now
Depois que o grupo Bread foi desfeito, David Gates continuou em carreira solo e manteve o mesmo nível ao criar canções como "Take Me Now".
Aubrey
Chega o fim do ano e eu começo a me lembrar dessas músicas... Bread era um grupo inglês especializado em músicas românticas que tinha na voz cristalina de David Gates um dos segredos do sucesso. O outro motivo da longevidade do culto ao grupo eram as próprias canções de suaves melodias e singelas letras cheias de emoção.
"Aubrey" era uma delas.
Um refrescante drink de manga
Conforme havia prometido, Deisi Novakoski nos apresenta uma receita deliciosa de coquetel preparado com manga para fazer em casa (ou pedir em um bom bar...) nesta sexta ou sábado...
Fim de semana de futebol e Cop 15
Neste momento chove na região, a temperatura caiu (finalmente) e nos preparamos para um fim de semana bem interessante.
Mesmo para quem não é ligado em futebol a última rodada do Campeonato Brasileiro reserva emoções. Há muitos anos não víamos uma final tão eletrizante. De um lado, quatro clubes lutando pelo título e, de outro, mais quatro lutando contra o rebaixamento. Tudo pode acontecer em uma única tarde de domingo.
Também no domingo é a abertura da Cop 15 na Dinamarca, o maior encontro mundial dos últimos anos sobre a questão climática e que o nosso Blog tem acompanhado de perto. Vamos ver no que isso vai dar...
Mas hoje à tarde ainda tem mais um evento interessante: a definição das chaves (ou grupos) que comporão a primeira fase da Copa do Mundo da África do Sul em 2010. Vai ser trasmitido ao vivo, direto da Cidade do Cabo, por volta das 15:00 h.
Mesmo para quem não é ligado em futebol a última rodada do Campeonato Brasileiro reserva emoções. Há muitos anos não víamos uma final tão eletrizante. De um lado, quatro clubes lutando pelo título e, de outro, mais quatro lutando contra o rebaixamento. Tudo pode acontecer em uma única tarde de domingo.
Também no domingo é a abertura da Cop 15 na Dinamarca, o maior encontro mundial dos últimos anos sobre a questão climática e que o nosso Blog tem acompanhado de perto. Vamos ver no que isso vai dar...
Mas hoje à tarde ainda tem mais um evento interessante: a definição das chaves (ou grupos) que comporão a primeira fase da Copa do Mundo da África do Sul em 2010. Vai ser trasmitido ao vivo, direto da Cidade do Cabo, por volta das 15:00 h.
3 de dezembro de 2009
Villa-Lobos (2)
Por conta da data que registrava os 50 anos da morte de Villa-Lobos postei uma nota e adicionei dois videos contendo pequena amostra de sua obra. Esse post pode ser conferido clicando-se aqui.
Ontem li um excelente artigo escrito pelo professor, historiador e ecologista Arthur Soffiati sobre o mesmo Villa-Lobos e que foi publicado no jornal Folha da Manhã. Entrei em contato com o professor solicitando autorização para reproduzir aqui no Blog tão boa matéria, no que fui atendido. Assim, aqui está um presente para os frequentadores desse espaço. Nossos agradecimentos ao professor Soffiati.
Por que Villa-Lobos?
Arthur Soffiati
Faz pouco, Heitor Villa-Lobos completou 50 anos de morte. As homenagens a ele foram mais intensas e expressivas que por ocasião dos 120 do seu nascimento, em 2007. Não gosto de homenagear ninguém que amo no dia se sua morte, mas no de seu nascimento. Contudo, como escrevo sobre Villa de vez em quando, considerem este artigo mais um deles.
Todo ser vivo morre. Não choro a morte de Villa-Lobos nem de Lévi-Strauss. Eles se foram, mas suas obras ficaram entre nós. No caso do Villa, noto que as novas gerações desconhecem-no cada vez mais. Quando apresento alguma composição dele em público, parece que não a compreendem e não a sentem, como minha geração compreendia e sentia. Certo que ele sempre sofreu críticas severas ao lado de elogios exagerados. Mário de Andrade e seus seguidores não gostavam de sua obra desigual e descuidada. Certa vez, Guilherme de Figueiredo o atacou com veemênci a, esperando o apoio de Mário. Este o repreendeu dizendo que, apesar das falhas do compositor, ele contava com obras-primas.
Em 1998, Augusto de Campos, reunindo artigos no livro Música de Invenção (São Paulo: Perspectiva), considerou Villa-Lobos um compositor fácil, prolixo e popularesco ante os compositores de vanguarda. Assim como se deve dar um desconto aos irmãos Campos por seu entusiasmo exagerado pelos vanguardistas, deve-se dar um desconto pelas falhas de Villa-Lobos. A vanguarda esgotou a melodia, um elemento fundamental para aproximar o público leigo da música erudita e, assim, também se esgotou. Este o principal argumento do crítico de música Alex Ross em seu livro, também repleto de falhas, O Resto é Ruído – Escutando o Século XX (São Paulo: Companhia das Letras). Tanto assim que o minimalismo pode ser considerado uma reação melódica ao experimentalismo extremo.
Aos meus ouvidos, Villa-Lobos será sempre um grande compositor pelas seguintes qualidades:
Autodidatismo. O compositor carioca não passou em nenhuma escola tradicional. Ele aprendeu música com o pai, na rua, nos subúrbios, tocando nos cinemas e viajando pelo Brasil. Embora contemporâneo, ele é um neorromântico a contrastar com os neoclássicos seus contemporâneos. Villa não tem o mínimo escrúpulo em se apropriar de influências e de inventar um folclore para o Brasil, desde que sua marca registrada estivesse fortemente impressa em suas composições.
Experimentalismo. Villa-Lobos também não se deteve diante de qualquer limite. Ele usava todos os recursos sonoros necessários para alcançar os efeitos desejados. Tratava-se de um bárbaro ou de um selvagem compositor. Uma orquestra imita um trem de forma muito mais fiel que Arthur Honneger em Pacific 231. Para imitar pintos piando, ele não hesita em usar violinos. Nenhum instrumento de percussão era considerado plebeu para o autor das Bachianas. Aliás, todo instrumento merecia dele grande consideração.
Prolificidade. Villa-Lobos compensava sua falta de autocrítica com uma produção prolífica. Suas composições não eram registradas num instrumento para depois serem transcritas para orquestra. Ele compunha diretament e para orquestra, se fosse o caso, e o que saísse ficava. E isto no meio da balbúrdia da família, em meio a ruídos. O que vibrava no seu ouvido interno não era perturbado pelo seu ouvido externo, até mesmo porque o interno abafava o externo. Villa era um gênio, esta a verdade. Nele, a quantidade gera qualidade.
Diversidade. Villa-Lobos freqüentou todos os gêneros. Compôs para instrumentos solo, para conjuntos de câmera, para orquestra e para coral. Compôs óperas, sinfonias, concertos, poemas sinfônicos, missas, peças instrumentais avulsas etc.
Originalidade. Villa-Lobos é inimitável. Claro que nenhum compositor deseja copiar outro, mas, no caso de Villa, mesmo que quisesse, seria impossível. Sua orquestra não se parece com a de ninguém. Ele vive no mundo do som. Não há silêncio em sua música. E, principalmente, não há hesitação da parte dele. Se alguem deseja comprovar a falta de dúvida, que ouça a pequena peça Ciranda das sete notas, para fagote e orquestra de câmera. Villa encontra soluções para suas frases musicais onde elas parecem não existir. Neste ponto, ele tem muito de Bach, que tanto admirava.
Talento. Mesmo as peças mais tolas nos tocam a sensibilidade. Quem ouve Invocação em defesa da pátria, para orquestra, coro e soprano, acha a composição demagógica e apelativa, mas só depois de chorar comovido com ela.
Para mim, por estas razões e outras mais, eis por que vale a pena ouvir Villa-Lobos.
Publicado originalmente no Jornal Folha da Manhã em 29/11/2009.
Ontem li um excelente artigo escrito pelo professor, historiador e ecologista Arthur Soffiati sobre o mesmo Villa-Lobos e que foi publicado no jornal Folha da Manhã. Entrei em contato com o professor solicitando autorização para reproduzir aqui no Blog tão boa matéria, no que fui atendido. Assim, aqui está um presente para os frequentadores desse espaço. Nossos agradecimentos ao professor Soffiati.
Por que Villa-Lobos?Arthur Soffiati
Faz pouco, Heitor Villa-Lobos completou 50 anos de morte. As homenagens a ele foram mais intensas e expressivas que por ocasião dos 120 do seu nascimento, em 2007. Não gosto de homenagear ninguém que amo no dia se sua morte, mas no de seu nascimento. Contudo, como escrevo sobre Villa de vez em quando, considerem este artigo mais um deles.
Todo ser vivo morre. Não choro a morte de Villa-Lobos nem de Lévi-Strauss. Eles se foram, mas suas obras ficaram entre nós. No caso do Villa, noto que as novas gerações desconhecem-no cada vez mais. Quando apresento alguma composição dele em público, parece que não a compreendem e não a sentem, como minha geração compreendia e sentia. Certo que ele sempre sofreu críticas severas ao lado de elogios exagerados. Mário de Andrade e seus seguidores não gostavam de sua obra desigual e descuidada. Certa vez, Guilherme de Figueiredo o atacou com veemênci a, esperando o apoio de Mário. Este o repreendeu dizendo que, apesar das falhas do compositor, ele contava com obras-primas.
Em 1998, Augusto de Campos, reunindo artigos no livro Música de Invenção (São Paulo: Perspectiva), considerou Villa-Lobos um compositor fácil, prolixo e popularesco ante os compositores de vanguarda. Assim como se deve dar um desconto aos irmãos Campos por seu entusiasmo exagerado pelos vanguardistas, deve-se dar um desconto pelas falhas de Villa-Lobos. A vanguarda esgotou a melodia, um elemento fundamental para aproximar o público leigo da música erudita e, assim, também se esgotou. Este o principal argumento do crítico de música Alex Ross em seu livro, também repleto de falhas, O Resto é Ruído – Escutando o Século XX (São Paulo: Companhia das Letras). Tanto assim que o minimalismo pode ser considerado uma reação melódica ao experimentalismo extremo.
Aos meus ouvidos, Villa-Lobos será sempre um grande compositor pelas seguintes qualidades:
Autodidatismo. O compositor carioca não passou em nenhuma escola tradicional. Ele aprendeu música com o pai, na rua, nos subúrbios, tocando nos cinemas e viajando pelo Brasil. Embora contemporâneo, ele é um neorromântico a contrastar com os neoclássicos seus contemporâneos. Villa não tem o mínimo escrúpulo em se apropriar de influências e de inventar um folclore para o Brasil, desde que sua marca registrada estivesse fortemente impressa em suas composições.
Experimentalismo. Villa-Lobos também não se deteve diante de qualquer limite. Ele usava todos os recursos sonoros necessários para alcançar os efeitos desejados. Tratava-se de um bárbaro ou de um selvagem compositor. Uma orquestra imita um trem de forma muito mais fiel que Arthur Honneger em Pacific 231. Para imitar pintos piando, ele não hesita em usar violinos. Nenhum instrumento de percussão era considerado plebeu para o autor das Bachianas. Aliás, todo instrumento merecia dele grande consideração.
Prolificidade. Villa-Lobos compensava sua falta de autocrítica com uma produção prolífica. Suas composições não eram registradas num instrumento para depois serem transcritas para orquestra. Ele compunha diretament e para orquestra, se fosse o caso, e o que saísse ficava. E isto no meio da balbúrdia da família, em meio a ruídos. O que vibrava no seu ouvido interno não era perturbado pelo seu ouvido externo, até mesmo porque o interno abafava o externo. Villa era um gênio, esta a verdade. Nele, a quantidade gera qualidade.
Diversidade. Villa-Lobos freqüentou todos os gêneros. Compôs para instrumentos solo, para conjuntos de câmera, para orquestra e para coral. Compôs óperas, sinfonias, concertos, poemas sinfônicos, missas, peças instrumentais avulsas etc.
Originalidade. Villa-Lobos é inimitável. Claro que nenhum compositor deseja copiar outro, mas, no caso de Villa, mesmo que quisesse, seria impossível. Sua orquestra não se parece com a de ninguém. Ele vive no mundo do som. Não há silêncio em sua música. E, principalmente, não há hesitação da parte dele. Se alguem deseja comprovar a falta de dúvida, que ouça a pequena peça Ciranda das sete notas, para fagote e orquestra de câmera. Villa encontra soluções para suas frases musicais onde elas parecem não existir. Neste ponto, ele tem muito de Bach, que tanto admirava.
Talento. Mesmo as peças mais tolas nos tocam a sensibilidade. Quem ouve Invocação em defesa da pátria, para orquestra, coro e soprano, acha a composição demagógica e apelativa, mas só depois de chorar comovido com ela.
Para mim, por estas razões e outras mais, eis por que vale a pena ouvir Villa-Lobos.
Publicado originalmente no Jornal Folha da Manhã em 29/11/2009.
2 de dezembro de 2009
Copenhage Dezembro/2009
O Greenpace mais o Movimento Tic Tac "detonaram" alguns líderes mundiais. Na verdade uma chamada à ação. Acho que o Lula poderia ter sido poupado porque o Brasil, por ser considerado em desenvolvimento, não consta da lista dos "obrigatórios" de apresentar metas de redução das emissões (e mesmo assim vai apresentar). Provavelmente incluíram ele devido à sua expressão internacional (ou por interferência da Marina Silva...). Mas a campanha (colocada hoje no aeroporto de Copenhage) é bem interessante...Campanha de ONGs ambientalistas critica hesitações de líderes mundiais
Aeroporto de Copenhague tem cartazes do Greenpeace e TicTacTicTac.
Texto mostra Obama e Lula idosos, pedindo desculpas pela falta de ação.
"As ONGs ambientalistas Greenpeace e TicTacTicTac criaram outdoors que criticam a falta de ações mais concretas dos líderes mundiais contra o aquecimento global. Ao lado de fotomontagens com líderes como Barack Obama e Lula, em 2020 (já com os cabelos brancos), o texto diz: "Desculpe, nós poderíamos ter impedido mudanças climáticas catastróficas... mas não impedimos"."
Fonte1 de dezembro de 2009
Solidão
Me deparei com essa interessante matéria ao navegar pela Internet e resolvi trazer o assunto para os leitores do Blog. Não parece ser apenas mais uma dessas pesquisas feitas "a toque de caixa". Trata-se de uma realidade bem típica desse século XXI.Solidão pode ser contagiosa como resfriado, diz estudo
"Um estudo de três universidades dos Estados Unidos sugere que a solidão pode se espalhar entre grupos de pessoas como um resfriado forte.
A pesquisa da Universidade da Califórnia San Diego, Universidade de Chicago e de Harvard descobriu que as pessoas solitárias tendem a dividir a solidão com outras pessoas. Gradativamente, durante um período de tempo, essas pessoas acabam, em grupo, se afastando dos seus círculos socias.
"Detectamos um padrão extraordinário de contágio, que leva as pessoas à fronteira da rede social quando ficam solitárias", afirmou o psicólogo John Cacioppo, da Universidade de Chicago, um dos pesquisadores que participou do estudo. "Na periferia (da rede social) as pessoas tem menos amigos, e a solidão destas pessoas ainda as leva a perder os poucos laços que ainda tem."
No entanto, antes de cortar as relações, as pessoas que já estão na periferia das redes de contato social transmitem os sentimentos de solidão para os amigos que restaram, que também se transformam em pessoas solitárias.
"Estes efeitos significam que nosso tecido social pode se desgastar nas pontas, como um fio que está solto na ponta de uma blusa de malha", acrescentou Cacioppo.
O artigo foi publicado na revista especializada Journal of Personality and Social Psychology.
Para a pesquisa, os cientistas americanos examinaram os registros de um estudo realizado no Estado de Massachusetts, desde 1948. Esta pesquisa foi realizada originalmente em Framingham para acompanhar um grupo de 5.209 pessoas, para avaliar o risco de doenças cardiovasculares.
Desde então o estudo se expandiu para incluir cerca de 12 mil pessoas, filhos e netos do grupo original e outras pessoas, para diversificar a amostra populacional e também para incluir testes com objetivo de medir a solidão e depressão.
Os pesquisadores entravam em contato com os voluntários a cada dois a quatro anos e coletavam os nomes de amigos que conheciam os pesquisados. Estes registros se transformaram em uma fonte de informação sobre a rede social dos pesquisados.
Os pesquisadores elaboraram gráficos com a história das amizades dos pesquisados e sobre seus relatos de solidão. Com isso, conseguiram estabelecer uma forma de mensurar a solidão.
As informações mostravam que os solitários "infectavam" as pessoas à sua volta com a solidão, e que estas pessoas se moviam para as periferias do tecido social.
Por exemplo, os pesquisadores descobriram que a solidão se espalhou entre vizinhos que eram amigos próximos.
A pesquisa também mostrou que, quando as pessoas ficam solitárias, elas confiam menos nas outras e dão início a um ciclo que torna ainda mais difícil para estas pessoas iniciarem uma amizade.
Segundo Cacioppo, "a sociedade poderá se beneficiar ao cuidar das pessoas que se afastaram dos círculos sociais, para ajudar a reparar suas redes sociais e criar uma barreira protetora contra a solidão, que possa evitar que toda a rede seja prejudicada". "
Leia mais na BBC Brasil.
30 de novembro de 2009
Arruda seria o vice do Serra?
Tá rolando na Internet uma matéria que teria sido publicada em outubro de 2008 pela Folha de São Paulo. Trata-se de um encontro que visava uma articulação de uma possível dobradinha SerrArruda. A aliança entre o psdb (em minúsculas mesmo) e os demos seria formatada com a participação do único governador demonoide (não estou sacaneando; é que não sei que palavra usar...).
"Em nome de uma parceria técnica destinada à melhoria de moradias populares, os governadores de São Paulo, José Serra (PSDB), e do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM) sinalizaram nesta terça-feira a eventual aliança política para 2010. Ambos trocaram elogios mútuos na presença de líderes nacionais dos dois partidos políticos.
A justificativa oficial para o encontro dos dois governadores e das demais autoridades foi a assinatura de um convênio técnico para cooperação em habitação popular. O objetivo é executar programas de regularização fundiária, urbanização e capacitação profissional.
Mas na prática Arruda e Serra indicaram que a união entre os dois e seus partidos está evoluída. O governador do Distrito Federal brincou que estava “copiando” um projeto do colega de São Paulo."
"Em nome de uma parceria técnica destinada à melhoria de moradias populares, os governadores de São Paulo, José Serra (PSDB), e do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM) sinalizaram nesta terça-feira a eventual aliança política para 2010. Ambos trocaram elogios mútuos na presença de líderes nacionais dos dois partidos políticos.
A justificativa oficial para o encontro dos dois governadores e das demais autoridades foi a assinatura de um convênio técnico para cooperação em habitação popular. O objetivo é executar programas de regularização fundiária, urbanização e capacitação profissional.
Mas na prática Arruda e Serra indicaram que a união entre os dois e seus partidos está evoluída. O governador do Distrito Federal brincou que estava “copiando” um projeto do colega de São Paulo."
God Only Knows
Só Deus é quem sabe mesmo. Acho que isso vale para tudo. Bem, eu até que tento, mas as notícias musicais vem até mim. Como o verão também já está chegando... Quem estiver em São Paulo depois de amanhã tem uma ótima opção: assistir ao show do icônico grupo praiano The Beach Boys. Eles estão em tour comemorando o quadragésimo aniversário de lançamento do clássico disco "Pet Sounds", considerado por muitos como tendo o mesmo nível de qualidade das obras dos Beatles. Na verdade apenas um componente original está nessa versão da banda, mesmo assim vale a pena rememorar a sonoridade inesquecível: uma mistura única de anos 60 e surf-music. Dia 02/12 no Credicard Hall. Aloha!!
Dezembro (1)
Amanhã começa o mês de dezembro. Uma época que traz diversos simbolismos. Um parênteses no ano que começa a terminar... Depois escrevo mais sobre esse momento. Enquanto isso, fiquem com o piano solo de George Winston, em um tributo que tem como base o seu belo disco "December". Curioso é que as bonitas imagens mostradas são de neve, enquanto por aqui estamos neste calorão. Detalhes deste vasto mundo... Mas a calma melodia faz bem a qualquer um. Em climas tropicais ou abaixo de zero. Boa semana!
29 de novembro de 2009
Antes que eu me esqueça
E o mensalão do DEM(o)... Que coisa né? O Governador do Distrito Federal precisa passar um galho de Arruda!
Avatar
Baseado em um 'anime', o filme "Avatar" que estréia dia 18, marca o retorno do diretor James Cameron ("Titanic"). Trata-se de uma das produções mais caras já realizadas (em torno de US$ 300 milhões) e traduz o cinema ficção atual, com muita ação e algumas mensagens (bem, tinha que ter algum recado para os dias de hoje, uma vez que o filme se passa no Século XXII). Trata-se de uma idéia que levou 14 anos para ser concretizada, pois dependia de avanços na tecnologia digital.
"A história do filme se passa quase inteiramente em Pandora, sendo na verdade uma lua orbitando o planeta gasoso Poliphemus em Alfa Centauri. É muito parecido com o planeta Terra, com formas de vida incríveis; densa vegetação e povoada por uma raça humanóide mais primitiva que a nossa e muito mais sábia, que vive pacificamente em suas florestas. Os humanos não podem respirar o ar de Pandora, então para que possa-se operar por lá, foram criados corpos híbridos, chamados de Avatares. Eles são controlados por pilotos humanos, que projetam suas consciências nesses corpos, vivendo através deles."
"A história do filme se passa quase inteiramente em Pandora, sendo na verdade uma lua orbitando o planeta gasoso Poliphemus em Alfa Centauri. É muito parecido com o planeta Terra, com formas de vida incríveis; densa vegetação e povoada por uma raça humanóide mais primitiva que a nossa e muito mais sábia, que vive pacificamente em suas florestas. Os humanos não podem respirar o ar de Pandora, então para que possa-se operar por lá, foram criados corpos híbridos, chamados de Avatares. Eles são controlados por pilotos humanos, que projetam suas consciências nesses corpos, vivendo através deles."
28 de novembro de 2009
Um Inglês em Nova Yorque
Na época cosmopolita que vivemos o mundo parece cada vez menor. Seja pela Internet, TVs via satélite, celulares, aviões que nos transportam rapidamente para qualquer parte do mundo (bem, nesse caso tem de ter um pouquinho mais de dinheiro...), o fato é que "estar em nosso cantinho" parece não ser a tônica dominante das próximas décadas. Seremos cidadãos do mundo (que, a propósito, precisa ser preservado: todos em Copenhage, mesmo em casa!) até o final do século XXI. Enquanto isso, ouçamos as descrições de um inglês fora de casa, do outro lado do Atlântico. Sting, um inglês em Nova Yorque. No álbum que contém essa música (ainda do século XX), o cantor e baixista do Police se cercou de feras do Jazz, construindo uma ponte desse estilo com o mundo do Pop-Rock. Como uma ponte que cruza o Atlântico. Bom fim de semana aos amigos leitores do Blog!
Pacto de Sobrevivência - Copenhague 2009
Assine o Pacto de Sobrevivência
Esta semana, o Presidente Nasheed – o líder de uma nação que, estando muito pouco acima do atual nível do mar está perante o risco muito real de extinção iminente devido à subida do nível das águas – fez um poderoso discurso em que apelou a um “pacto de sobrevivência”.
CLIQUE AQUI para ler todo o discurso em inglês.
Agora, apenas um mês antes de irmos para Copenhague, temos de nos unir. Todos nós, desde Presidentes a políticos, a cientistas e cidadãos, temos de aproveitar este momento e levar este movimento pela sobrevivência um passo mais longe.
Será que você pode se juntar a este apelo à ação assinando o pacto de sobrevivência abaixo? Os membros da equipe da 350.org irão entregar os vossos nomes e mensagens para o Presidente Nasheed pessoalmente nas conversações de clima de Copenhague.
ASSINE AQUI
Esta semana, o Presidente Nasheed – o líder de uma nação que, estando muito pouco acima do atual nível do mar está perante o risco muito real de extinção iminente devido à subida do nível das águas – fez um poderoso discurso em que apelou a um “pacto de sobrevivência”.
CLIQUE AQUI para ler todo o discurso em inglês.
Agora, apenas um mês antes de irmos para Copenhague, temos de nos unir. Todos nós, desde Presidentes a políticos, a cientistas e cidadãos, temos de aproveitar este momento e levar este movimento pela sobrevivência um passo mais longe.
Será que você pode se juntar a este apelo à ação assinando o pacto de sobrevivência abaixo? Os membros da equipe da 350.org irão entregar os vossos nomes e mensagens para o Presidente Nasheed pessoalmente nas conversações de clima de Copenhague.
ASSINE AQUI
27 de novembro de 2009
Hoje é Sexta!
No domingo passado incorporei ao Blog um video da Deise Novakoski dando uma receita de um bom drink (no caso, o "Tom Collins"). A postagem fez sucesso entre os, digamos, apreciadores de um álcool refrescante... E andaram me perguntando que programa era aquele. A Deise participa toda sexta (hoje é dia!) de um programa chamado "Happy Hour" que vai ao ar todos os dias pelo canal por assinatura GNT, entre 19:00 e 20:00 h. Capturei um outro video (anterior ao postado abaixo) com outra receita: desta vez é o "Gato Preto", que leva cerveja preta e suco de laranja. Apreciem com moderação...
Tá calor?
E a temperatura continua subindo... Faltam apenas alguns dias para a Convenção do Clima em Copenhage, Dinamarca. Nos últimos três dias tivemos algumas notícias boas vindas da China e EUA. O Brasil já havia determinado sua meta. Continuemos acompanhando e, na medida do possível, pressionando!
Dubai e os Faraós

O conceito de obra faraônica deriva das mega-construções que os faraós do antigo Egito patrocinavam, entre elas as pirâmides. Nestes séculos XX e XXI o sinônimo de Faraó é Sheik. E as obras representadas sobretudo pelo inacreditável projeto urbano em desenvolvimento em Dubai. Uma ilha da fantasia do Século XXII. Agora nos vem a notícia da quebradeira naquele Emirado exatamante por conta dessas construções. A dívida chega a 70 bilhões de dólares e derrubou as bolsas mundo afora. Provavelmente Dubai vai ser salvo pelos outros Emirados, sobretudo Abu-Dabi, mas fica a lição que não estamos mais na época dos Faraós.
26 de novembro de 2009
Pulseiras
No princípo não acreditei, mas parece que a coisa é séria mesmo e já chegou ao Brasil. O único caminho é o diálogo com os filhos adolescentes...
Pulseiras do sexo
"Virou moda entre muitas meninas britânicas o uso de pulseiras de plástico coloridas, apelidadas de "shag bands" ("pulseiras do sexo", em tradução-livre).
Cada cor representa um ato afetivo ou sexual que, em teoria, a meninas precisariam fazer caso um menino consiga arrebentar a pulseira. Esses atos vão desde um inocente abraço até sexo oral e relações sexuais completas.
A moda está causando enorme polêmica entre pais e professores e chegou até a secretaria da Criança do país.
Com meninas a partir de oito anos de idade aparecendo com as pulseiras, algumas escolas já proibiram o uso.
Muita gente acha que trata-se apenas de brincadeira de criança, que as pulseiras não significam que as meninas irão realmente fazer o que as cores determinam e que jogos com fundo sexual não são novidade no parquinho. Quem nunca brincou de pega-pega em que o menino dá um beijinho na menina, perguntam eles.
Por outro lado, há quem acredite que a prática expõe crianças pequenas a termos sexuais que elas não conheceriam de outra forma e promove a erotização infantil.
Há também o temor de que proibir as pulseiras só vai torná-las mais desejáveis."
Fonte: BBC Brasil
Pulseiras do sexo
"Virou moda entre muitas meninas britânicas o uso de pulseiras de plástico coloridas, apelidadas de "shag bands" ("pulseiras do sexo", em tradução-livre).
Cada cor representa um ato afetivo ou sexual que, em teoria, a meninas precisariam fazer caso um menino consiga arrebentar a pulseira. Esses atos vão desde um inocente abraço até sexo oral e relações sexuais completas.
A moda está causando enorme polêmica entre pais e professores e chegou até a secretaria da Criança do país.
Com meninas a partir de oito anos de idade aparecendo com as pulseiras, algumas escolas já proibiram o uso.
Muita gente acha que trata-se apenas de brincadeira de criança, que as pulseiras não significam que as meninas irão realmente fazer o que as cores determinam e que jogos com fundo sexual não são novidade no parquinho. Quem nunca brincou de pega-pega em que o menino dá um beijinho na menina, perguntam eles.
Por outro lado, há quem acredite que a prática expõe crianças pequenas a termos sexuais que elas não conheceriam de outra forma e promove a erotização infantil.Há também o temor de que proibir as pulseiras só vai torná-las mais desejáveis."
Fonte: BBC Brasil
Um pouco de Relações (Políticas) Internacionais
Não tenho estado com muito tempo livre para escrever textos maiores sobre política e, confesso, também um pouco sem “saco” (desculpem o termo). Mas a reação da imprensa à recente visita do presidente iraniano me fez resolver publicar aqui no Blog do Felipe algumas considerações.Acho que a imprensa está equivocada ou de má fé mesmo, ao resumir o ato em simples questão econômica, cujos dividendos são francamente desfavoráveis ao Brasil devido à péssima imagem no líder daquele país em todas as instâncias internacionais.
Análise extremamente simplista, reducionista e sacana. Vamos por pontos:
1 - Mahmoud Ahmadinejad não é nenhum santo. Ponto em comum. Sem discussões. Mas será uma boa estratégia neste momento ficar apenas criticando ele? Estou falando em “estratégia”.
2 – Antes de se encontrar com ele, Lula recebeu este mês também o presidente de Israel, Shimon Peres, e Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina.
3 – Antes disso já havia estado com Presidentes de outras nações da região, como os do Egito e do Líbano.
4 – Em um dos seus discursos Lula disse ser necessário a presença de novos atores para se buscar a paz no Oriente Médio.
Resumindo esses quatro pontos vemos que no fundo o objetivo da vinda de Ahmadinejad, foi conseguir o início de uma nova configuração internacional que põe o Brasil como interlocutor de um possível caminho que pacifique a região. Os EUA não são considerados neutros (nem pelos árabes/palestinos, nem por China e Rússia). Assim, é hora daqueles que desejam a paz, não criticar a atitude de Lula, nem julgar quem quer que seja e sim ver uma possibilidade do Brasil estar na vanguarda internacional desse problema que dura décadas sem solução. O povo quer a paz, como disse Lula.
Há outro detalhe: uma nação só se torna grande em todos os sentidos quando assume para si a responsabilidade de colocar a “cara na reta” de questões espinhosas na política internacional. E essa acertada e desafiadora atuação diplomática de Lula está incomodando muita gente... Atitudes como esta fazem Lula merecer o Nobel da Paz, muito mais que o Obama, que começa a dar indícios de querer ‘pisar na bola’, inclusive em outras questões, como a ambiental. Ele que trate de arranjar uma boa meta para a COP 15 (e que a cumpra)! E a imprensa de modo geral que critique, mas de uma forma mais responsável, colocando de forma clara a possibilidade aqui explicitada.
MCO
25 de novembro de 2009
Blues: Gary Moore
Acho que nunca postei aqui um video de Blues. Falha nossa. Mas nunca é tarde... E logo de início, um clássico bem polêmico. É que os 'puristas' acusam o ótimo guitarrista, compositor e cantor Gary Moore de ter feito muitas concessões comerciais nesta música. Não se pode dizer que eles não tenham razão, mas duas verdades se sobressaem e é o que importa. Primeiro: "Still Got The Blues" ajudou e muito a divulgar o estilo para os não iniciados. Segundo: a canção é belíssima e, mesmo com as citadas aberturas comerciais, não deixou de ter a emocionante alma melancólica do Blues. Enjoy...
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